quarta-feira, 24 de outubro de 2012

MISSA DE 7º DIA PELA MEMÓRIA
 DE MANUEL LESSA RIBEIRO
PRESIDENTE DE HONRA DA EPB

No dia 22 de outubro a EPB-SP-Centro realizou a missa em memória póstuma a MANUEL LESSA RIBEIRO, evento celebrado pelo Pe Edenio Valle na Sede da Escola de Pais do Brasil.

Por ocasião vários associados que conviveram com Manuel deram depoimento de como foi importante a presença do Manuel na Escola de Pais e o que ele representava como pai e esposo, como pessoa, como incentivador de nossa instituição.

Foram depoimentos carregados de emoção e saudades que ficarão na memória de quem pode ouvir e testemunhar.




Pe Edenio Valle



Helena Sigaud


Zilpha Nascimento

Maria Francisca


Ida






Abaixo o texto escrito por Helena e Cesar Sigaud em homenagem ao Manuel e lido durante a celebração.


Helena e Cesar Sigaud


     Homenagem a Manuel Lessa Ribeiro, por ocasião da Missa de 7º dia.

Um dos grandes  motivos de sofrimento e tristeza do ser  humano é não compreender que  as pessoas ‘’vêm e vão ‘’, elas têm uma  duração e ritmo próprio  e  sua vida é vividas no seu momento adequado , enquanto durare.  Não  nos acostumamos  com isso.
Manuel é admirado por todos seus amigos, como uma pessoa muito especial, que nos orgulha muito.
Manteve sempre uma relação amorosa e terna com Deus, Pai de infinita bondade.
Era o pai terno, amigo e forte de uma grande família. Foi o grande companheiro da sua  Margarida, sempre presente em todas as horas e lugares. Esteio de sua família.

Manuel não cansava de agradecer  os filhos que teve. Todos diferentes, mas muito queridos e unidos, que aprenderam a cultivar o amor que circulava no seio dessa família, exemplo de convivência e “fraternura”.
E seus netos? Agora já muito altos, casados, mas recebidos com o mesmo carinho de quando eram pequeninos. Vi, nos olhos de alguns, a resposta feliz a uma interação que foi vivida de modo fecundo.
Quanto a nós, companheiros da E. P. – segundo o próprio Manuel, somos parte significativa de sua vida de casal e de família. Que responsabilidade  nos resta ainda? Deixar transparecer em nossas ações o que aprendemos com ele, sermos instrumentos do Pai, seguindo seu exemplo de amor ao próximo.
Dizia Manuel uma vez: “cada um tem de descobrir onde e como vai se por em disponibilidade como instrument do Pai, para que sua obra, por cada um de nós, possa ser continuada”.  Ao terminar o parágrafo continuava – “não resistam ao  apelo da graça e não se insurjam contra a vontade do Pai”.
Manuel era uma pessoa alegre, sorridente, participante ativo de muitos movimentos comunitários. Lutou o bom combate por tudo que acreditava. Sua alegria er a fruto do empenho de uma vida exuberante, advinda de uma prática de solidariedade e entusiasmo com todos os participantes, abençoada por Deus.
Manuel levava ensinamentos aos outros, levava seu testemunho de vida, e  sempre pautou  sua conduta por um carater reto, que apontava sempre o Norte.
Manuel foi um mestre em falar, em escrever e aconselhar. Não apenas ensinou, mas viveu o que ensinou. Sua vida foi testemunho de suas idéias. Sua grandeza nunca diminuiu  os outros a sua volta, ao contrário sempre os valorizou. Sempre encontrou uma maneira de incentivar as pessoas.
Caridoso, nunca fez alarde de sua generosidade. Margarida nos contou que muitas vezes, ao sair de casa, havia gente esperando por Manuel, pois sabia que ele daria um jeito na pobreza que batia a sua porta!
Nós somos aqui no mundo o mosaico da face do Senhor. Deus age através de nós no mundo. Este não se encontra pronto. Está esperando que coloquemos nossa marca nessa tarefa de construção. Ele disse que veio para que todos vivam em plenitude. Manuel, com sua vida simples, alegre, de muito conteúdo, fez a sua parte, deu a sua colaboração. E nós, estamos seguindo seu exemplo? Ele passou por nossas vidas, deixando a sua marca de bondade, de alegria e de muito amor.

Agora, de volta à casa do Pai, encontrou a paz no coração de Deus, tomando posse do reino preparado para nós, desde a criação do mundo e está lá velando por nós e pela Escola de Pais. Amém.


terça-feira, 16 de outubro de 2012

A EPB ESTÁ DE LUTO

Queridos Amigos,
Consternados, comunicamos a todos o falecimento, nesta madrugada, do nosso amado Presidente de Honra da Escola de Pais do Brasil  "Manuel Lessa Ribeiro". (foto)



Ele estava melhorando, mas nesta madrugada teve uma complicação e não resistiu. O enterro será no cemitério do Campo Santo, às 17:00h.

Manuel estava na EPB desde 1966 e foram eleitos primeiros Presidentes da EPB de Salvador.

Fundaram diversas Seccionais no interior da Bahia, Norte e Nordeste do Brasil e foi Vice-Presidente da Nacional. Tinha uma grande capacidade de doação, de partilha, de responsabilidade com a Escola de Pais do Brasil.

Manuel dou-se à todos nós, com consciência de que a humanidade é uma só, um só corpo e que cada membro é importante, para que todos possam crescer e melhorar.

Gestos de solidariedade que criaram vínculo e laço. O Amor que distribuiu é semente e fato.Uma nova realidade foi construída a partir daí, que se manifesta no íntimo de cada um e na convivência do grupo.

Esse amor distribuído é centelha divina presente em cada um de nós, graças ao cuidado com que foi semeado e regado. Fez renascer a beleza em nossos corações.

Obrigado, Manuel, você plantou juntamente com sua "Margarida" em nossos corações sementes de dedicação, generosidade, respeito e alegria, que tanto enfeitaram os jardins de nossas vidas, tornando nossa paisagem mais bonita.

Que Deus Pai, possa recebê-lo em sua glória e abençoar toda à sua Família.
 (texto de Helena e Cesar Sigaud na revista da EPB/SP).

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

NOVA ENTREVISTA COM A PRESIDENTE
 DA EPB-SP NO JORNAL METRO

Mais uma vez a reportagem do Jornal Metro procurou nossa Presidente - Thereza Bianchi - para falar desta vez de Internet e suas causas nos dias de hoje em nossos jovens e adolescentes.
Veja a matéria na íntegra abaixo.

Jornal METRO - 10/10/2012

domingo, 7 de outubro de 2012

PRESIDENTE DA EPB-SP-CENTRO É ENTREVISTADA PELO JORNAL METRO

Veja a íntegra da matéria publicada no JORNAL METRO, no último dia 04 de Outubro, onde a Presidente da Seccional da EPB-SP-Centro, Thereza Bianchi dá dicas para Pais com filhos "indomáveis".

JORNAL METRO - 04 DE OUTUBRO DE 2012

Leia a abaixo as dicas da Presidente da EPB-SP-Centro, Thereza Bianchi.

Dicas da Psicopedagoga Thereza Bianchi

EPB-SP-CENTRO PRESENTE NA
REVISÃO ESTADUAL DE SÃO PEDRO

A EPB-SP-CENTRO mais uma vez esteve presente na Revisão Estadual de São Pedro, que foi maravilhosamente organizada pelo Casal RN do Estado de São Paulo, Luiza e Doarte dos S. Pereira.

Estivem presentes o Casal Zilpha e Ivo Nascimento, Presidentes do Conselho de Educadores da EPB, bem como o Dr. Jean Kather, também do mesmo Conselho.

Associados participantes da Revisão Estadual de São Pedro
A Revisão deste ano contou com quatro maravilhosas palestras que nos trouxe muitas respostas para problemas que enfrentamos nos dia a dia, e também agregar excelentes conhecimento que levamos para os casais que participam de Círculos de Debates nas Seccionais.

A primeira palestra foi proferida pela Anisia Cunto Motta, da Seccional de Bauru que nos falou sobre LIMITES: EDUCAR NOSSOS FILHOS E TRABALHAR NA CONSTRUÇÃO FAMILIAR.

Anisia Cunto Motta - Seccional de Bauru

Logo após tivemos a Helena Ap. F. Teixeira, da Seccional de Limeira que nos brindou com NOS LIMITES DO TEMPO: RELACIONAMENTO COM NOSSO BEM MAIS PRECIOSO.

Helena Ap. F. Teixeira - Seccional de Limeira
No retorno do almoço foi a vez de Regina Azevedo Lustre Gabriele e Armando Gabriele Filho, da Seccional de São Paulo - SP - Centro que falaram sobre PREPARANDO OS JOVENS PARA ASSUMIREM A SUA PRÓPRIA FAMÍLIA NA ERA DA TECNOLOGIA.

Regina e Armando Gabriele - Seccional de São Paulo - SP - Centro
Finalizando o ciclo de palestras tivemos o relato de Maria Aparecida Terra, da Seccional de Mogi das Cruzes que nos disse POR QUE AMO A ESCOLA DE PAIS, emocionando a todos com sua maravilhosa lição de vida.

Cida Terra - Seccional de Mogi das Cruzes
Após as palestras ocorreu a reunião de DR's e Presidentes comandado pelo Casal RN Luiza e Doarte.

Regina e o Casal Luiza e Doarte - Reunião de DR's e Presidente
Ato contínuo tivemos a missa e após o jantar tivemos a nossa tradicional confraternização que este ano a Seccional de São Paulo - SP - Centro preparou uma versão humorística dos ÍDOLOS, colocando todos para cantarem no Karaokê.

A Seccional de São Paulo - SP - Centro parabeniza, especialmente, o Casal RN Luiza e Doarte pela maravilhosa Revisão Estadual de São Pedro e a todas as Seccionais presentes neste evento.

sábado, 8 de setembro de 2012

EPB-SP INICIA CICLO DE DEBATES NA COLMEIA INSTITUIÇÃO A SERVIÇO DA JUVENTUDE

No último dia 05 de setembro, a EPB-SP iniciou mais um Ciclo de Debates na COLMEIA Instituição a Serviço da Juventude. O Ciclo ocorre toda a quarta-feira, com início às 18h30.

O Ciclo de Debates está sob responsabilidade do casal Diretores de Divulgação da EPB-SP e RN-SP Luiza e Doarte.

A COLMEIA fica na Rua Marina Cintra, 97 - Pinheiros.
Veja as fotos do primeiro dia do Ciclo.







sábado, 18 de agosto de 2012

A IMPORTÂNCIA DOS PAIS

Em comemoração ao Dia dos Pais o Dr Paulo Marcondes brindou a todos os associados da EPB-SP-Centro com um bate papo importantíssimo sobre o papel dos Pais nos dias atuais.
Após sua explanação, abriu para debates entre os associados o que enriqueceu ainda mais sua apresentação.
A EPB-SP-Centro parabeniza e agradece a pronta aceitação do Dr. Paulo em nos passar grandes ensinamentos.

Neuza e Dr. Paulo Marcondes

Vista Panorâmica dos Associados

Vista Panorâmica dos Associados

EPB-SP-CENTRO PRESTIGIA OS 70 ANOS DA COLMEIA
INSTITUIÇÃO A SERVIÇO DA JUVENTUDE

No último dia 17 de Agosto a COLMEIA completou 70 anos de atividades.

COLMEIA é uma organização da sociedade civil, de caráter educacional e cultural, filantrópica, sem fins lucrativos e de utilidade pública nos níveis Federal, Estadual e Municipal.

Sua Missão é contribuir para a realização pessoal e profissional do jovem com orientação e desenvolvimento das suas potencialidades.

O Vereador Elise Gabriel, colaborador da Colmeia foi o anfitrião deste evento que se realizou na Câmara Municipal de São Paulo.

A EPB-SP-Centro esteve presente no evento representado pelo seu Presidente Carlos Bianchi Junior e pelo Casal Diretor de Divulgação Luiza e Doarte dos Santos Pereira.

A EPB-SP que vem realizando Ciclos de Debates com os pais dos jovens colmeianos parabeniza a COLMEIA por tão importante data.

Painel comemorativo aos 70 Anos da Colmeia

Ver. Prof. Eliseu Gabriel, Maria Lucia R. Capobianco Porto - Presidente e autoridades

Bianchi, Sandra , Luiza e Doarte

sábado, 11 de agosto de 2012


QUERIDOS PAIS DA EPB-SP-CENTRO

A vocês, que nos deram a vida e nos ensinaram a vivê-la com dignidade, não bastaria um obrigado.

A vocês, que iluminaram os caminhos obscuros com afeto e dedicação para que os trilhássemos sem medo e cheios de esperanças, não bastaria um muito obrigado.

A vocês, que se doaram inteiros e renunciaram aos seus sonhos, para que, muitas vezes, pudéssemos realizar os nossos. Pela longa espera e compreensão durante nossas longas viagens, não bastaria um muitíssimo obrigado.

A vocês, pais por natureza, por opção e amor, não bastaria dizer, que não temos palavras para agradecer tudo isso. Mas é o que nos acontece agora, quando procuramos arduamente uma forma verbal de exprimir uma emoção ímpar.

Uma emoção que jamais seria traduzida por palavras.

Amamos vocês!




sábado, 21 de julho de 2012


Educar sem bater é possível


Especialistas diferenciam autoridade de autoritarismo e explicam os princípios para ter – e manter – a autoridade com seu filho.



Impor limites não é tarefa fácil para pai algum. Muitos têm medo de perder o amor dos filhos por serem severos demais. Porém, a autoridade parental é indispensável para educar, criar consciência e, consequentemente, começar a construir o caráter das crianças. O importante é não confundir “criar regras” com “impor vontades”. E é possível fazer isso tudo sem bater.

Adela Stoppel de Gueller, psicóloga e coordenadora do setor de Clínica e Pesquisa do Departamento de Psicanálise da Criança do Instituto Sedes Sapientae, chama atenção para o fato de que os pais são, inicialmente, a referência mais importante de autoridade de uma criança – e não devem se esquecer disso nem quando são enfrentados pelos filhos. “À medida em que as crianças crescem e vão ganhando autonomia, elas questionam a autoridade parental e as leis da sociedade. Nesse momento, é importante que os pais mostrem aos filhos que a autoridade que eles detêm não é arbitrária, que não é um capricho”, recomenda.
A psicóloga explica que discutir as decisões tomadas pode desgastar a autoridade dos pais. “É importante que os pais, quando devem dizer não, não tenham que ficar se justificando. Não é a explicação do ‘não’ que coloca as crianças para pensar, é o ‘não’ puro e simples que faz com que elas reflitam pela lei e pelos limites”, defende Adela. A educadora Cris Poli reforça o argumento da psicóloga e afirma que, desde pequenos, temos que aprender que vivemos em uma sociedade que tem limites. “Pais não podem temer deixar os filhos frustrados porque vão negar algum pedido deles. Ensinar, colocando regras, é educar”, fala a apresentadora do programa “Supernanny” (SBT).

Autoridade x autoritarismo
 A linha entre autoridade e autoritarismo parece tênue. Porém, os dois conceitos são bastante distintos. Enquanto autoridade significa impor regras necessárias para um bom convívio, autoritarismo é sinônimo de imposição, uso excessivo de poder. Mara Pusch, psicóloga da Unifesp, diz que autoridade parental não deixa criança alguma retraída ou traumatizada. “Os pais precisam entender que autoridade é mostrar que você tem o poder de decisão sobre o seu filho. O problema é que, quando dessa decisão não é bem exposta às crianças, vira autoritarismo. O filho precisa enxergar que tem autonomia para escolher o que quer, mas que o seu desejo pode ser ou não realizado”.

Autoridade: imposição de limites é parte 
do processo de educar

Uma criança se sente acuada quando sofre uma vigilância constante, quando há controle em demasia sobre as suas ações. Adela destaca que, ao notarmos crianças retraídas ou sufocadas, é preciso pensar que ela está sentido o peso da autoridade como excessivo e que pode não ter forças para suportá-lo. “O retraimento é como um refúgio para os filhos que se sentem assim. É importante que os pais repensem seu lugar e escutem a criança. Às vezes, em alguns desses casos, é a criança quem cria uma imagem de um pai extremamente autoritário e isso não corresponde à realidade. Nessas horas, pode ser importante consultar um especialista”, afirma a psicóloga.

O fim da palmada
Um projeto de lei do governo federal que prevê punição para quem aplicar castigos corporais em crianças e adolescentes está tramitando no Congresso Nacional. Sua aprovação, que é bastante provável, marcaria o fim da era das palmadas e dos beliscões, tão conhecidos pelos adultos de hoje. A discussão, que gera muita polêmica, é tratada por Cris Poli com naturalidade. A educadora defende, desde sempre, que para educar não é preciso bater. “Métodos de disciplina é que ensinam o que é certo e errado. Palmadas e puxões de orelha são usados apenas pelos pais que não conseguem se impor e perdem a paciência com os filhos”, fala. “Eu sequer vejo necessidade de uma lei para proibir isso. O que precisamos é de uma campanha de conscientização disciplinar”, acrescenta a educadora.
Mara defende o castigo como uma boa forma de punição para os filhos que descumprem as regras da casa. Para a psicóloga, o castigo tem que ser algo que tanto a criança quanto o adulto consigam cumprir. Não pode ser uma atitude drástica. “Não adianta o pai ameaçar e não dar conta do recado. Se a criança só fica tranquila com o videogame, e o pai tira isso completamente dela, não vai funcionar. Não defendo castigos assustadores, pois isso gera medo”.

Adela complementa o argumento da psicóloga dizendo que os pais devem refletir sobre os castigos que impõem e admitir quando foram severos demais na hora de aplicá-los. “Admitir um erro não implica em perder autoridade, ao contrário, é algo que pode fortalecer os pais porque a criança vê ali um ser racional, que reflete sobre suas ações”, diz.

Recuperando a Autoridade
Nunca é tarde demais para recuperar a autoridade com o seu filho. Pelo menos é o que dizem as três especialistas. Para Adela, antes de tentar resgatar o controle da situação em casa, os pais têm que olhar para si mesmos e recuperar a confiança em si. “Se conseguirem isso, os filhos vão perceber e passar a confiar na palavra deles”, explica.
Para os casos mais graves, quando as crianças já não respondem às regras e fazem birra por qualquer coisa, Mara sugere terapia familiar. “Pode ser bom para o pai entender por que perdeu a autoridade e visualizar a dinâmica da casa. Normalmente, quem está dentro da situação não consegue enxergar direito. É importante também perceber como a criança age em outros ambientes, se é sem limites fora de casa”, recomenda.
Cris Poli afirma que o mais importante é que os pais se convençam de que a autoridade está com eles e que educar é uma responsabilidade, não uma escolha. “A minha experiência indica que o primeiro passo é assumir o papel de educador dentro de casa e se posicionar com firmeza. A partir daí, o pai ou a mãe tem que rever sua postura e tentar mudar o que está errado”, finaliza.


Fonte: http://delas.ig.com.br

"Geração N": estamos criando jovens incapazes?


Autor norte-americano critica exagero dos pais em relação ao estímulo positivo dos filhos. O resultado? Uma geração de narcisistas.


Geração N: jovens que acham que
 não precisam se esforçar para nada
Rob Asghar, ensaísta e articulista norte-americano, aponta em um artigo recente no Huffington Post o surgimento do que ele chama de "geração N", formada por jovens narcisistas. Para ele, os pais norte-americanos, atormentados pela culpa por trabalhar muito ou por optar pelo divórcio, estão criando filhos sem limite algum. Inseguros, eles temem que o filho não goste deles, cedem a qualquer pedido das crianças e celebram toda e qualquer "conquista" do filho - até uma formatura de pré-escola.


O resultado é uma geração que se sente no direito de tudo, sem precisar trabalhar duro por nada. Rob cita uma pesquisa desenvolvida em conjunto pela San Diego State University e pela University of South Alabama, que concluiu que o narcisismo dos jovens norte-americanos cresceu nos últimos 15 anos - e que os Estados Unidos podem passar por problemas sociais quando estes jovens chegarem à idade adulta e assumirem cargos de poder.



O estudo, que envolveu dezenas de milhares de jovens universitários, detectou traços de "auto-respeito exagerado" e de um "infundado senso de merecimento". Alguns pesquisadores chegaram a afirmar que a crise econômica mundial recente, desengatilhada por decisões de alto risco, já seja um resultado do narcisismo da geração.

Para Maria Irene Maluf, especialista em Psicopedagogia e em Educação Especial, esse cenário é comum aqui no Brasil também. Os pais que temem perder o amor dos filhos representam uma inversão absoluta de papéis. "Na minha época - eu tenho 57 anos e minha filha, 32 - eram os filhos que temiam perder o amor dos pais", contrapõe. Hoje, este temor influencia até na transmissão de valores.

Oprimidos pela culpa ou afundados no próprio narcisismo, os pais temem colocar limites em seus filhos e criam crianças que serão eternamente dependentes deles. Sem parâmetros claros, as crianças crescem sem valores: não sabem respeitar os pais, pois nunca ouviram uma repreensão simples como "enquanto uma pessoa fala, a outra escuta". Se alimentam mal e só comem quando querem, pois jamais os pais foram firmes e exigiram que ela se sentasse à mesa durante uma refeição. "Limite é a ética em ação", explica Maria Irene. "Pais e mães narcísicos criam fracos", resume.                          

Idade da influência
O psicólogo Caio Feijó, autor de "Pais Competentes, Filhos Brilhantes" (editora Novo Século), ressalta a importância do papel de pais e mães nas expectativas e na autoimagem da criança - e alerta que esse poder é limitado pelo tempo. "Os pais só têm uma influência grande sobre os filhos até antes da puberdade, por volta dos 10 ou 11 anos. Depois disso, vem o resultado", diz.
"Dependendo de como os pais conduzem essa influência, eles criarão expectativas nos filhos sobre o que eles podem ou não alcançar", continua. E o estímulo em excesso pode prejudicar tanto quanto chamar seu filho de "burro" ou de "inútil", especialmente quando este estímulo indica uma projeção - por exemplo, aquele pai que é dentista e sempre comenta que o filho "vai ser um dentista genial, igual ao papai", ou aquela mãe que sempre quis ser bailarina, mas não pôde estudar quando pequena, então matricula a filha em aulas diárias da dança, ainda que a menina não mostre o menor talento ou interesse pelas sapatilhas. "A superproteção traz consequências tão graves quanto o abandono", finaliza.

Características da "Geração N": 
- Não têm noção de limite
- Acham que são merecedores de tudo
- Não sabem se esforçar para conseguir algo
- Não sabem como agir em situações adversas
- São criados por pais narcisistas, que competem entre si
- Não respeitam os outros


Fonte: http://delas.ig.com.br

Como dizer não sem provocar a fúria de seu filho


Negar desejos de uma criança é inevitável, ainda mais na época de férias. Saiba como fazer isso sem criar problemas.


“Eu tinha pavor daquelas criancinhas que se jogavam no chão quando a mãe negava algum brinquedo ou doce. Sempre pensava: filho meu jamais vai se comportar desta forma. Afinal, comigo nunca teve acordo, ou eu obedecia ou enfrentava o chinelo. Hoje, minha filha Giulia, de 3 anos, faz o show completo. Grita, prende o ar e começa a me bater. Morro de vergonha e acabo fazendo a vontade dela, pois acho que vão pensar que eu sou uma péssima mãe”, conta.

A enfermeira Cristina Torre, 25 anos, sofre desde que a sua pequena Giulia começou a andar e a falar as primeiras palavras. A psicóloga Mariana Chalfon diz que as crianças precisam de limites desde pequenas. “Aos oito meses de vida, pais ou profissionais que cuidam da criança precisam estar constantemente vigilantes para evitar que a criança se exponha a perigos que comprometam sua integridade. Dizer ‘não’ para a criança ao vê-la colocar os dedos na tomada ou ao tentar pegar um objeto pesado em cima da mesa, por exemplo, já são maneiras de estabelecer alguns limites”, explica.


Especialista em psicopedagogia, Maria Irene Maluf diz que dar limites dá trabalho, exige tempo, dedicação e muitos aborrecimentos. “Dizer sim a tudo é uma saída confortável, principalmente para quem tem medo de deixar de ser amado pelo filho”, alerta. Ao contrário do que muitos acreditam, dizer não depois que a criança está mais crescida, com cinco ou seis anos, não vai torná-la agressiva. Nesta idade, elas precisam saber que existem atividades apropriadas e circunstâncias que são adequadas.

Mariana Chalfon diz que em algum momento da vida a criança vai reclamar ao ouvir um não, mas elas precisam disso. “De certa maneira, os pais ensinam as crianças a ter discernimento e responsabilidades quando apresentam alguns limites, o que é fundamental para o desenvolvimento delas”, diz.



Fragilidades
Crianças com menos tolerância para suportar um “não” vão sofrer mais para se adaptar à escola, ao mundo profissional, à vida conjugal e serão pais e mães impotentes perante seus filhos. Há casos em que a mãe cai em si quando começa a ler matérias a respeito, a perceber as consequências no comportamento eternamente frustrado e insatisfeito do seu filho. “Mas há muitos casos que exigem um trabalho especializado, uma terapia para o próprio casal aprender a resgatar o seu papel de pai e de mãe na família”, diz Maria Irene.
Maria Aparecida Pereira, massagista e mãe de Arthur, de 5 anos, diz que seu filho sempre se debatia contra o chão quando era contrariado. “Uma vez, a professora da escolinha do meu filho me chamou e disse que ele estava se isolando cada vez mais e que era muito tímido”. Maria começou a perceber a importância de estimular um esporte que proporcionasse o convívio de Arthur com as outras crianças. “Hoje, ele é uma criança mais afável e emocionalmente estável. Aprendeu que perder faz parte da vida e que não há nenhum mal nisso”.


Como lidar com a birra das crianças em lugares públicos?
Maria Irene diz que ninguém dá show sem plateia. “A melhor coisa é se afastar por alguns metros e não prestar atenção.” A psicóloga explica que se isso não funcionar, é porque a mãe já fez isso e voltou atrás, perdendo a credibilidade. Neste caso, pegue seu filho do chão, o coloque nos braços e retire-se do local com ele. “Leve-o para casa e tenha uma atitude firme, até ter certeza de que ele não fará mais manhas, proíba-o de sair com você”. Maria fala que esse é um castigo difícil de cumprir, mas infalível para contornar e acabar com os chiliques e as chantagens infantis.


Existe idade certa para começar a dar limites para as crianças?
Dar limites é educar com valores, com respeito ao outro, e isso começa desde pequeno. Há, por exemplo, bebês de um mês que mal a mãe passa a dar atenção ao pai ou aos irmãos, já começa a resmungar, choramingar para controlar.


Caso a mãe nunca tenha dito não, como começar a estabelecer regras?
Provavelmente a criança vai ficar com raiva e medo, mas vai aprender que há hierarquia no mundo, vai desenvolver tolerância à frustração, se tornar uma pessoa mais forte, mais compreensiva e menos egocêntrica. “Existe uma ideia ultrapassada de que jovens delinquentes são consequência de uma educação rígida, uma ideia equivocada. Eles foram educados, sim, mas de forma errada, em lares onde não havia amor, respeito, normas, consequências, direitos e deveres, entre todos os membros da família”, explica Maria Irene Maluf.


Fonte: http://delas.ig.com.br

Sete erros dos pais na hora de impor limites


“Filho, se você não parar com isso agora...”. Muitos pais já devem ter usado esse conhecido início de frase em tentativas frustradas de impor limites aos filhos. Logo depois, pode seguir uma ameaça de palmada ou de castigo. Funcionaria? Provavelmente não. Ser permissivo tampouco é uma solução.
Para os pais não acharem que estão em um beco sem saída, listamos alguns dos erros mais comuns cometidos nestas horas. Saiba quais são e como evitá-los.

1. Não faça ameaças se não for cumpri-las
Antes de dizer que o filho desobediente ficará sem sorvete até o ano que vem, os pais precisam pensar – de verdade – se poderão cumprir a promessa. Ameaçar e não cumprir, para o psicólogo Caio Feijó, autor do livro “Pais Competentes, Filhos Brilhantes – Os Maiores Erros dos Pais na Educação dos Filhos e os Sete Princípios Fundamentais para Prevenir essas Falhas” (Novo Século Editora), gera filhos que perdem o respeito pelos pais. Se ele não se comportou direito, melhor vetar aquela festinha do amigo que está próxima – e cumprir – do que proibir que ele jogue videogame para sempre.
Dica: Transforme ameaças em avisos, passando a mensagem sem violência.

Ameaçar e não cumprir gera filhos que perdem o 
respeito pelos pais, afirma o psicólogo Caio Feijó
2. Não ceda
Não vale ser indulgente com a indisciplina do filho porque você trabalha fora e se sente culpada, nem por achar que ele deixará de amá-la – medos bem comuns, segundo a psicóloga Dora Lorch, autora do livro “Superdicas para Educar bem seu Filho” (Editora Saraiva). Se uma posição foi determinada, não volte atrás. A postura, segundo Caio Feijó, é essencial para as crianças não serem tão resistentes com os limites impostos.
Dica: Leve em consideração se o seu filho está passando por um momento difícil – como a perda de um animal de estimação.

3. Evite recompensas
O comportamento adequado não é uma moeda de troca. Os pais não devem prometer um brinquedo novo para o filho se comportar em um restaurante. “Dessa forma ele acreditará que tudo na vida se resolve negociando”, afirma a psicóloga e pedagoga Regina Mara Conrado, autora do livro “Filhos e Alunos sem Limites: Um Desafio para Pais e Professores” (Editora WAK) ao lado de Lucy Silva.
Dica: Não coloque a recompensa como um prêmio, mas saiba reconhecer a boa conduta da criança com palavras. Presentes não são proibidos, mas o psicólogo e terapeuta familiar João David Cavallazzi Mendonça sugere dá-los só às vezes.

4. Não dê ordens dúbias para a criança
Para o psicoterapeuta Leo Fraiman, os pais que não decidem juntos os padrões da educação do filho cometem um grande erro. Se a mãe diz que o filho não deve ir dormir mais tarde em dia de jogo do time preferido e o pai acaba deixando, a criança não irá entender o que deve fazer.
Dica: Os pais devem decidir as regras a dois – e cumpri-las.

5. Seja firme e paciente
Frustrar a criança a ajudará a lidar com as adversidades da vida no futuro. “Dizer ‘não’ é prerrogativa e obrigação dos pais quando necessário”, diz Caio Feijó. Portanto, os pais devem ser firmes em suas ações e não deixar para resolver um problema depois que ele já passou. Resolver de cabeça quente também não adianta: diante de um comportamento inadequado, insista e, se necessário, conte até mil. Mas sempre evite dizer que a criança é malcriada e não faz nada direito.
Dica: “É mais seguro sugerir que aquilo que ela fez foi errado e é melhor não se repetir”, diz João David.

             Frustrações na infância ajudam a criança a
                lidar melhor com adversidades no futuro
6. Não se prolongue demais nas explicações
De acordo com Regina Mara Conrado, é importante pontuar o porquê dos limites, mas não é necessário contar uma novela enquanto a criança reluta. “Se os pais se estendem na justificativa, acabam se perdendo e cedem à insistência da criança”, diz.
Dica: Seja claro e objetivo sobre por que a criança ouviu um “não”, mas adapte a explicação à capacidade de compreender dela.

7. Não insista se não tiver razão
Existem coisas que não se obriga. Se seu filho não gosta das aulas de judô, não há razões para insistir. Dora Lorch recomenda aos pais perceber quando a criança precisa de acolhimento em vez de imposição. Ela pode estar sendo intransigente por estar sofrendo bullyng na escola, por exemplo.
Dica: Esteja próximo a seu filho para saber diferenciar indisciplina de apreensão.


Fonte: http://delas.ig.com.br

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Grande Festão no Arraiá da EPB-SP

No último dia 23 de junho, véspera de São João, a EPB-SP promoveu seu Arraiá para finalizar os trabalhos do 1º Semestre de 2012.
Não faltaram comidas típicas, vinho quente, muitos caipiras e caipirinhas que dançaram a famosa quadrilha.
A Diretoria mais uma vez agradece a presença de todos e deseja boas férias durante o mês de Julho.

Veja alguma fotos do Arraiá.











Assista o vídeo da Dança da Quadrilha.



domingo, 10 de junho de 2012

EPB-SP PRESENTE NO 49º CONGRESSO NACIONAL

A EPB-SP-Centro esteve presente no 49º Congresso Nacional da Escola de Pais do Brasil que se realizou de 07 a 09 de Junho, no Colégio Santa Cruz.
Este ano o tema do Congresso foi "A FAMÍLIA EDUCADORA NO MUNDO DE COMUNICAÇÃO".
A EPB-SP apoiou e participou efetivamente na realização do Congresso, juntamente com DEN, levando muito trabalho e entusiasmo dos associados, bem como algumas novidades na operacionalização do evento.
A Diretoria Executiva da EPB-SP-Centro parabeniza a Diretoria da Executiva Nacional e ao Conselho de Educadores pela escolha de tema tão importante no mundo atual, bem como a todos os participantes deste Congresso.
Veja algumas das fotos do evento.


Plenário


Vista do Plenário

Darlene e Onildo  Casal Presidente da EPB

Vista Plenário

Congressistas

Palestra Francisco Xavier Medeiros Vieira - Membro Conselho de Educadores

Palestra Djalma Falcão - Vice Presidente da EPB




Arte de Francisca e Elias Martins